segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Week Tasks 1 - Minha experiência com línguas estrangeiras



Quando era criança, não me importava muito com o aprendizado de línguas estrangeiras, uma vez que meus pais e familiares mais próximos não falavam outra língua. 
Meu primeiro contato com outra língua foi na 5ª série, quando aprendi um pouco de francês na escola onde estudava. Não tive muitas chances de praticar, pois, no ano seguinte, fui transferido para uma escola onde ensinavam o inglês, língua que estudei até completar o ensino médio. Sentia-me envergonhado perante os colegas de classe por estar um ano atrasado em relação à matéria, apesar de meus colegas não se importarem com nada do que aprendiam.
Tive apenas duas professoras durante estes seis anos de estudo. Ambas eram ótimas pessoas, embora não tivessem muita competência para ensinar. Lembro-me de poucas aulas que utilizaram músicas e frases de filmes americanos. Na maioria das vezes, seguiam à risca as matérias presentes nos (fracos) livros escolares que utilizávamos. Além disso, à medida que aprimorava meus conhecimentos de inglês, percebia que elas não tinham muita experiência prática com a língua (principalmente a professora que deu aulas no segundo grau que, frequentemente, errava a pronuncia das palavras).
Os jogos eletrônicos foram o principal fator que influenciaram meu interesse pela língua inglesa. Tenho o costume de jogar desde pequeno. À medida que os jogos foram evoluindo, minha prática e pesquisa na língua evoluíram também. No começo, eles contavam histórias utilizando apenas textos nas caixas de diálogo. Isso me forçava a jogar com um dicionário no colo, uma vez que tinha interesse em entender a trama. Após alguns anos, os jogos começaram a empregar vozes na narrativa (Essencial nos dias de hoje), me ajudando a associar as palavras a suas respectivas pronúncias. Escutava também músicas estrangeiras, mas os principais responsáveis pelo conhecimento que tenho são os jogos. Cito a professora Marise Myrrha que, durante uma aula, contou um caso sobre seus filhos, e como um deles que nunca tinha feito cursinho, tinha mais conhecimento que o outro que estudava em um curso particular, apenas por ter um contato maior com jogos.

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